Esqueça as crenças
E as ideologias vãs
Deixe de se condenar
Deixe de se balizar
Liberte-se para ser você
Assim, sem jeito
Assim, sem regras
Assim, sem juízo
Assim como você é
Tenha medo de não ser você
De viver uma vida que não reflete você
De fazer coisas que não dizem respeito a você
Quem não te aceita como você é não te merece
E quem te merece tem paciência para esperar até que você aprenda
Então, não se torture com suas crenças
Nem com suas ideologias vãs
"Bem aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova"
Ou, nas minhas palavras,
Bem aventurado é aquele que não se condena naquilo que acredita
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
O dia em que EU deixei de ser criança
Eis o início da vida humana.
Tudo é novo.
Tudo convence.
Tudo alegra.
Aquele edifício é um disco voador.
Um fiozinho solto em um tecido que distrai por horas.
Uma espiga de milho que é uma linda boneca loira.
Formigas grandes que têm um veneno mortal.
O espinho de peixe que mata.
Simplicidade, acima de tudo.
Ai! Que vontade de ser adulto!
Aconteceu quando percebi que o edifício era apenas um edifício.
Que o fiozinho, era um mero fio.
Que a espiga de milho não era uma linda boneca.
E que as formigas não eram tão assustadoras assim.
E, bem, o espinho não foi o que matou.
Um ser racional, acima de tudo.
Foi quando, pela primeira vez, vi minhas atitudes terem consequências.
Foi quando me tornei dona de mim.
Foi quando percebi os erros dos meus heróis.
Foi quando me vi só, sem o abraço de minha mãe.
Foi quando o choro se tornou inevitável e ninguém podia me entender e consolar.
Foi quando deixei de ser criança...
Ai! Que vontade de ser criança!
Tudo é novo.
Tudo convence.
Tudo alegra.
Aquele edifício é um disco voador.
Um fiozinho solto em um tecido que distrai por horas.
Uma espiga de milho que é uma linda boneca loira.
Formigas grandes que têm um veneno mortal.
O espinho de peixe que mata.
Simplicidade, acima de tudo.
Ai! Que vontade de ser adulto!
Aconteceu quando percebi que o edifício era apenas um edifício.
Que o fiozinho, era um mero fio.
Que a espiga de milho não era uma linda boneca.
E que as formigas não eram tão assustadoras assim.
E, bem, o espinho não foi o que matou.
Um ser racional, acima de tudo.
Foi quando, pela primeira vez, vi minhas atitudes terem consequências.
Foi quando me tornei dona de mim.
Foi quando percebi os erros dos meus heróis.
Foi quando me vi só, sem o abraço de minha mãe.
Foi quando o choro se tornou inevitável e ninguém podia me entender e consolar.
Foi quando deixei de ser criança...
Ai! Que vontade de ser criança!
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